ATORES, CANTORES, HUMORISTAS E O PRÓPRIO APRESENTADOR SERGINHO GROISMAN FICARAM DE BOCA ABERTA COM A DECLAMAÇÃO DO EX-APRESENTADOR DO JORNAL NACIONAL DA GLOBO, QUE NO FIM, FOI APLAUDIDO DE PÉ.
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sábado, 29 de março de 2014
CID MOREIRA E A MENSAGEM QUE SILENCIOU A TODOS NO ALTAS HORAS. CONFIRA!
Só para nós lembrar e refletir um pouco sobre as nossas ações como docentes e o que elas acarretam para nossos alunos.
ATORES, CANTORES, HUMORISTAS E O PRÓPRIO APRESENTADOR SERGINHO GROISMAN FICARAM DE BOCA ABERTA COM A DECLAMAÇÃO DO EX-APRESENTADOR DO JORNAL NACIONAL DA GLOBO, QUE NO FIM, FOI APLAUDIDO DE PÉ.
ATORES, CANTORES, HUMORISTAS E O PRÓPRIO APRESENTADOR SERGINHO GROISMAN FICARAM DE BOCA ABERTA COM A DECLAMAÇÃO DO EX-APRESENTADOR DO JORNAL NACIONAL DA GLOBO, QUE NO FIM, FOI APLAUDIDO DE PÉ.
Cordas – Uma linda animação espanhola sobre paralisia cerebral.
“Cordas” (Cuerdas), é um curta- metragem espanhol, ganhou o Goya em 2014 como melhor filme de animação do ano. O filme foi inspirado nos filhos do seu criador, Pedro Solís, que tem uma filha apaixonada pelo irmão com paralisia cerebral. Uma história comovente e encantadora. Assista.
https://www.youtube.com/watch?v=dgBHxr-yR8A&list=UU-Djj0eOsQ6sqwKhI0NBVfw
https://www.youtube.com/watch?v=dgBHxr-yR8A&list=UU-Djj0eOsQ6sqwKhI0NBVfw
domingo, 23 de março de 2014
Doenças de fácil prevenção têm relação com desenvolvimento da criança
Em outubro de 2011, o economista e filósofo Eduardo Giannetti apontava como um dos principais problemas da educação básica brasileira a má formação neurológica de crianças por causa de doenças nos primeiros anos de vida. Entre os motivos, o saneamento básico precário de várias cidades brasileiras. Segundo dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) do Ministério das Cidades, 53,8% da população brasileira não possui serviço de coleta de esgoto.
Os pesquisadores do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) Paulo Roberto Corbucci e Eduardo Luis Zen publicaram, recentemente, estudo que relaciona fatores externos – entre eles o saneamento básico – com os números do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), citado por eles no material como principal indicador de desempenho do sistema educacional brasileiro.
O estudo considerou os índices de abastecimento de água, esgotamento sanitário e coleta de lixo na comparação com os resultados no Ideb. Nos três casos, observou-se redução nos índices de educação baixos (menos de quatro pontos) de acordo com o aumento da presença dos serviços nos municípios. Na tabela de esgotamento sanitário, por exemplo, a proporção de Idebs baixos e médio-inferiores (entre quatro e cinco pontos) atinge 73% do total quando a incidência do serviço foi menor que 50%.
Para Corbucci, o estudo sugere que as condições sociais têm impacto maior que a estrutura interna das escolas analisadas pela pesquisa, como presença de bibliotecas, laboratórios de informática e ciências e infraestrutura pedagógica. “Mostra que é um equívoco investir só na escola. O segredo é a agregação de políticas públicas, de forma matricial e sistêmica. Na verdade, as políticas afetam umas às outras”, diz.
A pesquisadora Anne Jardim Botelho, em sua tese de mestrado, abordou o tema utilizando dados sociais, cognitivos e de saúde de 210 crianças, com idades entre 7 e 11 anos, residentes em Americaninhas, comunidade rural de Minas Gerais. Segundo o estudo, crianças afetadas por doenças como a ascaridíase e “amarelão”, decorrentes de problemas de saneamento básico da região, apresentaram piores resultados em testes aplicados. “Essas doenças são de fácil prevenção. São contraídas pela ingestão ou penetração na pele, através do solo ou de alimentos contaminados”.
Anne explica que as doenças podem afetar a formação escolar por dois mecanismos básicos. “Há prejuízo nutricional, alguns vermes se apropriam de nutrientes, principalmente calorias, vitaminas e minerais. Pode causar, inclusive, anemia. Isso afeta a boa formação do sistema nervoso e o desempenho cognitivo”. O segundo ponto negativo seria a dificuldade de aprendizado gerada pelos sintomas. “Crianças com alta carga parasitária se sentem cansadas, apáticas, indispostas e sonolentas. Elas acabam perdendo o interesse nos processos escolares, faltam mais à aula”.
Quanto mais cedo pior
Em artigo publicado em seu site, o médico Dráuzio Varella afirma que quadros de diarreia (sintoma comum relacionado a essas doenças) frequente durante os cinco primeiros anos de vida podem privar o cérebro das calorias necessárias para o desenvolvimento pleno e comprometer para sempre o quociente intelectual (QI). De acordo com ele, 87% das calorias ingeridas por recém nascidos são utilizadas na construção do cérebro. O número decai conforme a idade: 44% aos cinco anos e 34% aos dez, por exemplo.
Citando os mesmos 87% para crianças de zero a dois anos, Giannetti afirma que essa informação deveria estar no centro do projeto de futuro do Brasil: o País não estaria sabendo resolver um problema de agenda social do século XIX e, assim, condenando parte da população brasileira ao fracasso intelectual. Anne defende investimentos na área de saneamento como uma das necessidades básicas para melhorar a educação básica, juntamente com a nutrição adequada de crianças.
Até o final de 2014, o Instituto Trata Brasil promete lançar “estudo aprofundado que relaciona problemas de saneamento básico e educação”, conforme o presidente executivo da instituição, Édison Carlos. O projeto é desenvolvido em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Fonte:http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vCod=192448
UFMG lança curso gratuito sobre Dislexia.
UFMG lança curso gratuito sobre Dislexia
Olá leitores!
No Brasil, o conteúdo direcionado ao treinamento dos professores foi trazido pela UFMG, que, em parceria com o Instituto ABCD, adaptou-o para a língua portuguesa e lançou a plataforma. Os conteúdos podem ser acessados no link http://dislexiabrasil.com.br.
Fonte:http://pedagogiadobrasil.blogspot.com.br/2014/03/ufmg-lanca-curso-gratuito-sobre-dislexia.html?spref=fb
sábado, 1 de março de 2014
Integrar educação e tecnologia é novo nicho para startups no Brasil
Empresas que oferecem soluções para a melhoria do ensino no País crescem rápido e já atingem milhões de pessoas. Pesquisa mostra que há espaço para novas iniciativas
No lugar de quadro negro, caderno e livro novas ferramentas como videoaulas e games educativos ocupam espaço no ambiente educacional, seja nas escolas ou fora delas. Ao mesmo tempo em que professores e estudantes incorporam inovações tecnológicas ao seu dia a dia, surge também um novo mercado, que integra educação e tecnologia. Uma tendência mundial já há alguns anos, a área de atuação batizada de EdTech nos Estados Unidos se concretiza agora no Brasil com o surgimento de startups dispostas a contribuir para a melhoria do ensino no País e, ao mesmo tempo, ganhar dinheiro.
“O Brasil tem um atraso educacional enorme e queremos atuar para resolver esse problema. Mas temos um modelo de negócio para isso. É uma oportunidade de ouro”, diz Carlos Souza, fundador do Veduca , plataforma de vídeos online com cursos das melhores universidades do mundo.
Essas novas empresas utilizam ferramentas já testadas em outros mercados e países, como vídeos e fóruns, mas se diferenciam por adaptá-las e reinventá-las para suprir as carências educacionais do Brasil. O Veduca, por exemplo, oferece aulas gratuitas de ensino superior, um modelo de sucesso experimentado nos Estados Unidos pelo Edx(plataforma online do MIT e Harvard) eCoursera (de outras universidades top), mas faz isso em português. A Evobooksdesenvolve livros-aplicativos para serem usados em sala de aula, mas que não dependem de acesso à internet, uma dificuldade grande nas escolas brasileiras.
E elas crescem muito rápido. Fundadas por jovens de até 40 anos, a maioria surgiu há no máximo dois anos, mas juntas já conseguem atingir milhões de pessoas que querem aprender. “Para esse mercado se consolidar, é necessário uma conjunção de fatores. A infraestrutura brasileira não é boa, mas melhorou muito nesses últimos dois anos. Os meios de pagamento também. Teve ainda o crescimento do ecossistema de startups, com mais investidores e mais gente querendo trabalhar. Além disso, a popularização do e-commerce, com os sites de compras coletivas, fez com que as pessoas se acostumassem a comprar coisas pela internet. Olhando para trás, dá para ver que isso aconteceu”, disse Marco Fisbhen, CEO do Descomplica , site surgido em março de 2011 que tem disponível mais de 3.500 videoaulas, a maioria para quem está se preparando para o Enem, e recebeu 535 mil visitas apenas em maio.

Videoaulas, como as da Khan Academy, estão entre as ferramentas mais populares que usam tecnologia educacional
De olho nesse mercado, surgiram também fundos dispostos a botar dinheiro em produtos relacionados à educação. Para se desenvolverem, as startups contam com aceleradoras e investidores brasileiros e estrangeiros. Por exemplo, o Veduca e oEasyaula , portal de cursos presenciais e online de preparação ao mercado de trabalho, receberam em fevereiro investimento da Macmillan Digital Education, braço de negócios digitais da editora responsável por publicações como Nature e Scientific American. Desde fevereiro, a Macmillan abriu um escritório no Brasil e mapeia outras oportunidades de negócio no País.
Para conhecer melhor o impacto das empresas de EdTech brasileiras, o iG publica uma série de reportagens que vai mostrar como surgiram e evoluíram o Descomplica , o Veduca , aEvobooks , e o Easy Aula exemplos bem-sucedidos de startups educacionais, mas que atuam em diferentes campos (ensino formal e informal) a partir de ferramentas diversas (vídeos, games, aplicativos, conteúdos para celular, fóruns).
Para conhecer melhor o impacto das empresas de EdTech brasileiras, o iG publica uma série de reportagens que vai mostrar como surgiram e evoluíram o Descomplica , o Veduca , aEvobooks , e o Easy Aula exemplos bem-sucedidos de startups educacionais, mas que atuam em diferentes campos (ensino formal e informal) a partir de ferramentas diversas (vídeos, games, aplicativos, conteúdos para celular, fóruns).
Mais oportunidades
Além desses casos reconhecidos, a boa notícia para empreendedores e pessoas preocupadas com educação é que há ainda muito espaço para atuar na área. Pelo menos essa é a conclusão do estudo Oportunidades em Educação para Negócios Voltados para a População de Baixa Renda no Brasil , divulgado na segunda-feira pelo Instituto Inspirare e pela Potência Ventures. O levantamento realizado pela consultoria Prospectiva identifica oportunidades para o desenvolvimento de produtos e serviços que contribuam para o ensino oferecido à população de baixa renda.
Além desses casos reconhecidos, a boa notícia para empreendedores e pessoas preocupadas com educação é que há ainda muito espaço para atuar na área. Pelo menos essa é a conclusão do estudo Oportunidades em Educação para Negócios Voltados para a População de Baixa Renda no Brasil , divulgado na segunda-feira pelo Instituto Inspirare e pela Potência Ventures. O levantamento realizado pela consultoria Prospectiva identifica oportunidades para o desenvolvimento de produtos e serviços que contribuam para o ensino oferecido à população de baixa renda.
A pesquisa analisou o contexto educacional em seis Estados – Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo –, que são responsáveis por metade do orçamento público da educação do País, cerca de R$ 100 bilhões, e levantou 190 organizações, majoritariamente startups, que desenvolvem produtos ou oferecem serviços educacionais voltados ao ensino básico, técnico e a Educação de Jovens e Adultos (EJA) das classes C, D e E.
Formação de professores em todas as etapas do ensino básico, avaliação para o ensino fundamental, oferta de cursos para o ensino técnico e criação de objetos educacionais, como jogos e softwares, para o fundamental 2, são algumas das áreas onde existe demanda, mas poucas ou nenhuma empresa atuando.
Fonte:http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2013-06-26/integrar-educacao-e-tecnologia-e-novo-nicho-para-startups-no-brasil.html. acesso em 01/03/2014.
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